| |
| Estou numa jangada Em partes há águas limpas São tão claras que almejo Me deitar e acordar. Em bandas há tantas injustiças Tanta sujeira Tanta inveja Que me deito e quero voar. Aos farrapos me refaço A jangada continua deslizando Mesmo limpas mesmo sujas Pelas águas desse rio Que mastigo como vida. |
